Balanço da Polícia Rodoviária na região de Assis aponta uma morte e centenas de multas por falta de cinto de segurança; operação terminou neste domingo (4)
A Polícia Militar Rodoviária divulgou nesta segunda-feira (5) o balanço final da “Operação Natal/Ano Novo 2025-2026”. A ação, realizada entre 19 de dezembro e 4 de janeiro, cobriu mais de 1.700 quilômetros de rodovias nas regiões de Assis, Marília e Ourinhos. Apesar da redução no número total de sinistros, a imprudência dos motoristas chamou a atenção: radares capturaram 5.439 imagens de excesso de velocidade.
Na área de circunscrição da 3ª Companhia, sediada em Assis, foram registrados 44 sinistros de trânsito no total. Destes, 33 tiveram vítimas e 11 foram sem vítimas. Lamentavelmente, o período de festas contabilizou duas mortes em toda a área de cobertura.
Cenário em Assis Recortando os dados especificamente para a região de Assis, o balanço aponta uma queda nos acidentes em relação à operação anterior, mas a gravidade aumentou. Houve uma morte confirmada (mesmo número do ano passado) e três acidentes com vítimas graves (contra zero em 2024/25).
Por outro lado, o número de acidentes sem vítimas caiu 100% (zerado neste ano) e os acidentes com vítimas reduziram de 12 para 9 ocorrências.
Infrações e Fiscalização O policiamento, que contou com apoio do DER e concessionárias, focou na fiscalização rigorosa. Ao todo, foram lavradas 1.897 autuações na região. Os números revelam que o comportamento do motorista ainda é a principal causa de risco:
- Cinto de Segurança: 491 motoristas ou passageiros foram multados por não usarem o dispositivo.
- Ultrapassagem: 78 autuações por ultrapassagens em locais proibidos.
- Álcool e Direção: 69 autuações por embriaguez ou recusa ao teste do bafômetro.
No total, 2.553 condutores foram submetidos ao teste de alcoolemia durante as blitzes.
Outras Regiões O balanço também detalhou os vizinhos. A região de Marília não registrou nenhuma morte nas rodovias durante a operação. Já a região de Ourinhos contabilizou um óbito e viu dobrar o número de vítimas graves (de 4 para 8).
A Polícia Rodoviária encerra a nota reforçando que a maioria dos sinistros poderia ser evitada, já que imprudência, negligência e imperícia continuam sendo os fatores determinantes para as tragédias.






