Agressão coletiva ocorreu na manhã deste domingo (26) na Rua Nelson Brevis. Vítima foi atacada com chutes, socos e golpes de capacete; grupo ainda tentou atropelá-lo com uma moto.
A manhã deste domingo, 26 de abril, começou com uma cena de terror e extrema violência na cidade de Assis. A Polícia Militar foi acionada para dar apoio às equipes do SAMU no resgate de um homem que foi brutalmente espancado por um grupo de pessoas na Rua Nelson Brevis no bairro Villa Bela 3.
A ocorrência foi registrada logo cedo, por volta das 07h20. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a vítima caída em um terreno baldio, localizado em frente a uma tabacaria. O homem estava totalmente inconsciente, sem qualquer resposta verbal e apresentava múltiplas escoriações e ferimentos pelo corpo.
A equipe médica do SAMU prestou os primeiros socorros de urgência na calçada e encaminhou a vítima para o pronto-socorro do Hospital Regional de Assis.
Agressão coletiva e tentativa de atropelamento
Duas jovens que presenciaram toda a cena de violência relataram à polícia os momentos de pânico. Segundo as testemunhas, um indivíduo iniciou uma briga com a vítima. Rapidamente, outros agressores se juntaram ao ataque em uma clara atitude de covardia, desferindo socos, chutes e golpes violentos usando um capacete.
A crueldade não parou nem mesmo quando o homem caiu desacordado no chão. As testemunhas afirmaram que as agressões continuaram e que o grupo ainda tentou atropelar a vítima, já inconsciente, utilizando uma motocicleta (cujos dados não puderam ser anotados devido ao desespero do momento), fugindo do local logo em seguida.
Investigações
Viaturas da Polícia Militar realizaram patrulhamento intensivo pelas ruas e bairros das imediações na tentativa de localizar os autores dessa barbárie, mas, até o fechamento desta reportagem, os suspeitos não haviam sido encontrados.
As testemunhas foram conduzidas à Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Assis pela PM, onde a delegada de plantão registrou o Boletim de Ocorrência. O caso de lesão corporal gravíssima (ou possível tentativa de homicídio, a depender da evolução médica) será rigorosamente investigado pela Polícia Civil.